terça-feira, 24 de novembro de 2009

Vale Mais

Queria abrir meu coração
Contar verdades sobre mim
Parar de me sentir tão só
Sair um pouco e descobrir
Que vale mais correr atrás de um sonho
E ver o lado bom
Tentar sorrir e ser feliz.

Eu vou mostrar, você é o meu sonho bom
Realizar as coisas que pensei pra nós
Te dar a mão
Deixar o tempo nos levar e viajar
E viajar...

(Ivete Sangalo)

sábado, 29 de agosto de 2009

Momento

Penso constantemente naqueles fantasmas que habitam minha mente e vivem me questionando. Será que está certo? Errado? A dúvida permanece, mesmo diante das principais resposta que a vida me propõe. Enquanto o sol entra pela janela do meu quarto, tomo um chimarrão e penso no que devo fazer para fugir deste mundo tão falso...

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Gripe A: setores paralisados, medo e dinheiro no bolso dos farmacêuticos


Máscaras, luvas cirúrgicas e álcool em gel. Quando iríamos imaginar que estaríamos tão perto da Gripe H1N1 – conhecida popularmente por Suína ou A? A doença, que teve início no México, parecia distante, mas se disseminou tão rapidamente no mundo que hoje estamos com o problema batendo à ‘porta de casa’. E vários cuidados devem ser tomados, sempre. O prefeito Manoel Bertoncini, médico, tomou a decisão acertada ao baixar um decreto de estado de emergência por 30 dias, podendo ser prorrogado por mais 30, caso necessário.
Em Tubarão (SC), a população está assustada. Em alguns estabelecimentos comerciais, os funcionários usam máscaras e luvas para evitar o contato com pessoas que possam estar contaminadas. As escolas das redes municipal e estadual, bem como particulares e universidade, pararam as atividades com alunos. Em Capivari de Baixo, cidade vizinha, as escolas também paralisaram. No centro, não há muitas pessoas caminhando pelas ruas ou indo às compras. Muitas saem de máscara por prevenção, principalmente as gestantes.
E não é para menos. Somente em Tubarão, seis pessoas (segundo últimos dados da semana) já morreram. Outras tantas estão internadas em hospitais da região com suspeita da nova gripe.
Boates e cinemas, por exemplo, estão fechados e eventos com aglomeração de um grande número de pessoas foram cancelados. Estabelecimentos religiosos também têm tomado medidas preventivas, assim como os bancos, que restringiram a entrada das pessoas.
Entretanto, infelizmente há diversos donos de farmácias se aproveitando da situação. Sempre há aqueles que querem ganhar dinheiro em cima de uma situação crítica. Máscaras, que antes desta pandemia eram vendidas a R$ 0,35, chegam agora a R$ 2,00 em alguns estabelecimentos farmacêuticos de Tubarão. Absurdo! Tudo bem que o produto já virou artigo de luxo por aqui. Mas não é para tanto.
O álcool em gel também sumiu das prateleiras dos supermercados, porém, pode ser encontrado em algumas farmácias de manipulação. O preço é abusivo. Cerca de 100 ml é vendido por R$ 8,00 ou R$ 10,00. E, como sempre, o consumidor é lesado no bolso.
Há aqueles que não estão tão preocupados com a gripe A e acham besteira tanto alarde. Outros preferem tomar todos os cuidados para não chegarem nem perto dos sintomas da nova gripe. Muitos contestam os números de casos em Tubarão e região. Não se sabe ao certo se são reais ou estão sendo camuflados pelas instituições de saúde.
Boatos percorrem os quatro cantos da cidade. Falam por aí que médicos, vereadores, pessoas bem conhecidas na sociedade estariam com a gripe A ou internados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Muito é inventado. Por vezes, a verdade é escondida. No momento certo, tudo vem à tona: números, nomes e motivos.
Por enquanto, o mais correto é cuidar da saúde. Se os sintomas de gripe surgirem, o ideal é procurar os postos de saúde do município ou clínicas. Lavar bem (e constantemente) as mãos, evitar locais com muita gente e usar álcool são medidas que ajudam na prevenção. O vírus H1N1 circula por aí!

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Amizade por conveniência?



Nos últimos dias tenho pensado muito sobre a amizade. Até que ponto temos amigos verdadeiros? Será que existe realmente aquele amigo para toda hora? Vivemos rodeados de pessoas que fazem parte da nossa vida, seja no trabalho, na escola, na vizinhança, na padaria, no supermercado. Em alguns lugares, sentimos afinidade por um colega, com quem se troca confidências, idéias e até se tem conversas mais politizadas. Enfim, é aquele que, de uma forma ou de outra, é considerado como um amigo. Diariamente, é com essa pessoa que se conversa, convive, reclama da vida e dos amores, do trabalho e da faculdade.
Mas o tempo passa, cada um toma o seu rumo e, por conseqüência, há um distanciamento. Enquanto se está por perto, a convivência é real, existe de fato. Depois que um percorre um caminho distinto, é cada um por si e Deus por todos. Sem telefonemas, sem conversas, sem troca de e-mails ou mensagens, sem nada. Apenas o vazio, a distância, a saudade. Fica apenas a vontade de ter alguém com quem conversar, discutir, chorar no ombro. No momento em que se estava por perto, a amizade era conservada. Longe, nada mais.
Acredito que amigo de verdade é aquele que não o esquece, que mesmo longe procura saber como você está, como se sente. É quem não se distancia, mesmo a quilômetros longe, é quem o convida para dar uma volta e tomar um café, mesmo que não trabalhem mais juntos. Penso que, durante toda a minha vida, tive apenas amigos por conveniência: na escola, na faculdade, nos tantos trabalhos que tive, enquanto estava por perto, era amiga.Talvez pelas tantas mudanças de vida que tive, pelas cidades pelas quais fui morar e das vezes que tive que me mudar, não consegui enraizar as amizades. Sinto falta de um amigo. Não sei o que é uma amizade de anos a fio... Também não sei se isso é possível. Nos dias atuais, com a correria do dia-a-dia, ainda há tempo para a amizade? Em pleno século 21, será que existe amizade de verdade ou é apenas por conveniência?
Tatiana Dornelles - Jornalista
Artigo publicado no Jornal de Bairro!

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Homens: culpados pela destruição da natureza



Para que serve a natureza hoje em dia? Apenas para ser destruída pelos homens, que não se cansam de desmatar florestas, cortar e queimar árvores, poluir rios, caçar animais. Vivemos cada vez mais em meio à ‘selva de pedra’, com grandes edifícios, estradas pavimentadas, fumaças que saem de veículos e poluem o meio ambiente e os nossos pulmões. É triste ver o descaso com que as pessoas hoje em dia têm pelo pouco que resta do verde das árvores, do azul do mar e dos rios e também do céu, cada vez mais cinza. Entulhos são jogados pelos terrenos, sacos de lixos espalhados na beira dos rios, papéis jogados no chão das ruas. Em Tubarão, por exemplo, são muitos os locais que nos mostram estas cenas, que passam despercebidas pelos olhos de todos.
Nota-se que não há preocupação da população nem do poder público. Não há um responsável por verificar terrenos com lixos espalhados, ou mesmo dos lixos na beira-rio. Há custos. Não há caminhões que possam retirar os materiais dos locais ou pessoal adequado? Geralmente, quando se procura um órgão que se diz ser ambientalista, provável responsável a verificar o problema, logo o funcionário manda o cidadão procurar outro departamento, ligar para outro órgão. Não há quem responda e venha a ‘socorrer’ a natureza. De que adianta apenas a preocupação, se ninguém nada faz?
Enquanto isso, nossas ruas estão sujas, o rio completamente poluído e praticamente morto, e a cidade, entre lixos, entulhos e poluição. Cada vez que destruímos um pouco da natureza, sentimos os resultados dos nossos atos ‘na pele’. A camada de ozônio desaparece aos poucos e o superaquecimento do planeta faz com que aumente os casos de câncer de pele, além de derreter o gelo polar e aumentar o nível das marés. Cidades inteiras podem desaparecer completamente daqui a alguns anos.
Com a poluição dos rios, a água potável torna-se cada vez mais rara, qualquer dia estará mais cara. O desperdício, infelizmente, ainda é grande. Carros são lavados, plantas regadas, torneiras abertas sem necessidade. Provavelmente, em 20 ou 30 anos, estaremos praticamente sem água própria para consumo humano. Entretanto, não existe preocupação, nem conscientização.
Também não podemos culpar totalmente a sociedade, que nunca teve a preocupação em preservar. Com tantos problemas atualmente, referentes ao meio ambiente, ainda há muito trabalho a ser feito para que a população aprenda que a natureza é essencial à vida. Algumas escolas já têm trabalhado a consciência das crianças, mas pode ser tarde! Temos que pensar nisso agora, o mais rápido possível, para que nossas crianças, o futuro de nosso país e do mundo, não sofram com as conseqüências de nossos próprios atos. Façamos o que pudermos pelo meio ambiente agora, pois amanhã pode ser tarde demais!

Artigo que escrevi e foi publicado no jornal Notisul de Tubarão.
Tatiana Dornelles – jornalista, Capivari de Baixo


Minhas primeiras palavras

Sou meio sem paciência... Já tentei ter um blog e escrever constantemente. Entretanto, a falta de tempo não me deixava ser assídua. Gosto de escrever tanto quanto viajar, festar, amar, dançar e cantar...
Sou meio poeta, meio artista, meio arteira... Não sei exatamente o que escreverei nos posts futuros, mas pretendo ser o que sou, colocar o que penso e transmitir meus sentimentos mais profundos. Quem sabe até os insanos...
Bem-vindo, então, caro leitor, a este mundo que Dedico a Você!